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Projeto “Maria Rennotte” propicia melhor relação humanizada entre médicos e pacientes

15/04/2019 - 11:37

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Às vezes lidar com o conceito de “humanização em medicina” se torna algo muito comentado e idealizado. A ocasião de se ter uma relação mais próxima e humana entre médico e paciente é, sem dúvida o caminho certo a seguir na medicina. Porém, colocá-lo em prática tem sido um desafio distante para a grande maioria, que se apega a status e mídias e, não ao sentido real do objetivo dessa ação.

O projeto “Maria Rennotte”, vem desde seu início de atividades proporcionando a aproximação dos acadêmicos do curso de medicina da Faculdade UNILAGO que participam do mesmo, ao real significado e consequente entendimento dessa relação de futuros médicos com seus pacientes.

Proporcionar um atendimento digno de cumplicidade e segurança através da conquista da confiança daquele que lhe entregará em mãos a sua condição de saúde, é indispensável para que se favoreça um melhor prognóstico e evolução de casos.

Ser profissional da saúde está muito além do que vestir-se de branco, utilizar equipamentos de ótima qualidade, e ter conhecimento de todas as teorias e práticas, se não souber a real condição da razão pela qual se dedica àquilo, e àqueles que passam por seu atendimento.

O que parece mínimo para um profissional, pode modificar o dia daquele que procura um serviço de saúde. Trazem de casa a expectativa de ter do outro lado da mesa, alguém que possa ouvir as queixas sem apontar julgamentos, que ofereça uma atenção devida, que pense no caso e ofereça uma condição de tratamento digna, e adequada, levando em consideração o histórico levantado, e principalmente as condições socioculturais e financeiras e ainda, se demonstre interessado pela melhor qualidade de vida de quem está ali, dedicando confiança, seja ele criança, adulto ou idoso, sozinho ou acompanhado e, isso tudo se torna muito maior, e digno de esperanças, quando este alguém encontra um profissional que se demonstra humanizado desde o primeiro contato, que apresenta um feeling e propicia esse ambiente acolhedor e que caminhe para atingir todas essas expectativa trazendo assim resultado da melhor forma.

A medicina quando humanizada é voltada pelo paciente e busca incessantemente a solução. Mas acima de tudo ela é honesta: se o paciente apresenta-se saudável, não apresenta sinais e sintomas, porquê medicá-lo e exigir vários exames? O médico humanista consegue ter conhecimento e agilidade para adequar uma simples mudança de estilo de vida e isso ser suficiente para melhorar a condição de saúde. Muitas vezes, uma conversa, pode mudar tudo.

Que alunos de medicina, e de todos os outros cursos da área da saúde, possam, desde os primórdios, desenvolver este contato, essa atuação, social, humana e direta com a população. Que esteja em direta relação no dia a dia, seja em atendimento ou em atividades extras. Que dediquem um pouco do seu tempo e sua atenção aos que precisam. O retorno disso tudo para si próprios, é muito maior do que a literatura pode explicar. As experiências geradas em atuações como as deste projeto, são únicas, individuais e vão muito além da possível descrição ou ensinamentos.

Texto por: Prof. Camila Lázaro (Coordenadora do Projeto “Maria Rennotte”)

Aluna do 5º período do curso de medicina Unilago, Mariana Furlani, em atuação pelo projeto “Maria Rennotte” junto às crianças do projeto “Maquininha do Futuro”.

Aluna do 5º período do curso de medicina Unilago, Isabela Cuoghi, em atuação pelo projeto “Maria Rennotte” junto às crianças do projeto “Maquininha do Futuro”.

Assessoria de Comunicação Unilago

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